As pragas do Egito

Fonte: Revista Galileu
As "pragas" do Egito não são coisas incomuns e ainda hoje ocorrem!
Ainda costuma ocorrer do Egito, como nos tempos bíblicos. Assim, a água do Nilo "converte-se em sangue" quando o aluvião dos lagos abissínios colore de vermelho-pardo, que pode dar a impressão de sangue, principalmente a água do curso superior do grande rio.

No tempo das enchentes, as rãs e os mosquitos proliferam de tal maneira que se transformam em verdadeiras pragas. As moscas da Bíblia devem ser os moscardos que chegam a invadir regiões inteiras, entrando nos ouvidos e nos olhos das pessoas, causando dores fortíssimas.

Em todo o Egito ainda há pestes dos animais.

Quanto as úlceras, que vitimam homens e animais, pode tratar-se de fogagem ou sarna do Nilo, uma erupção na pele que arde e coça, podendo transformar-se em graves úlceras.

O granizo é raro mas não desconhecido no Egito.

Os gafanhotos ainda são flagelo típico no Oriente. As trevas podem ser devidas ao simum, um vento forte que carrega grandes nuvens de areia que escurecem o sol.

Só para a morte dos primogênitos não há qualquer explicação.